Mit Musik im Herzen – Fünf Tage voller Freundschaft, Gänsehautmomente und gelebter Völkerverständigung
“Es gibt Begegnungen, die bleiben. Nicht nur, weil gemeinsam musiziert wird, sondern weil Menschen zusammenfinden, Freundschaften wachsen und Musik eine Sprache spricht, die jeder versteht. Genau so war das dritte Treffen der Chormonie der Laborschule Dresden und des Kinder- und Jugendchores CIUL aus Lissabon innerhalb von zwei Jahren – und bereits zum zweiten Mal durften wir Gastgeber sein. Vom 2. bis 6. Juli 2026 erlebten beide Chöre fünf intensive, fröhliche und emotionale Tage. Um es vorwegzunehmen: Es war wieder wunderschön!”
Liebgewonnene Lieder erklangen erneut, neue Stücke wurden gemeinsam entdeckt und singend erzählt. Bewegende Choreografien ließen nicht nur die Sängerinnen und Sänger, sondern auch viele Zuhörerinnen und Zuhörer zu Tränen rühren. Kleine Herausforderungen wurden gemeinsam gemeistert, bestehende Freundschaften vertieft und viele neue geschlossen. Wer einen jungen Gast aus Portugal bei sich aufnehmen durfte, weiß, was diese Begegnungen ausmacht: offene, neugierige und herzliche Menschen, die Musik lieben und genauso selbstverständlich wie unsere Kinder in fremde Kulturen eintauchen. Ganz nebenbei entsteht dabei etwas, das heute wichtiger denn je ist – echte internationale Verständigung.
Fotos: Jan & Emilie Eulenberger
Text: Clemens Kahrs
Übersetzung: João Pedro Schnaider Dametto
Com música no coração – cinco dias de amizade, momentos arrepiantes e verdadeira compreensão entre os povos
Há encontros que ficam para sempre. Não apenas porque se faz música em conjunto, mas porque as pessoas se encontram, as amizades crescem e a música fala uma língua que todos compreendem. Foi exatamente assim no terceiro encontro, em apenas dois anos, entre a Chormonie da Laborschule Dresden e o Coro Infanto-Juvenil da Universidade de Lisboa (CIUL) – e, pela segunda vez, tivemos o prazer de ser os anfitriões. De 2 a 6 de julho de 2026, os dois coros viveram cinco dias intensos, alegres e emocionantes. Para antecipar a conclusão: foi novamente maravilhoso!
Canções queridas voltaram a ecoar, novas peças foram descobertas em conjunto e contadas através do canto. Coreografias comoventes levaram não apenas as cantoras e os cantores, mas também muitos dos espectadores às lágrimas. Pequenos desafios foram superados em conjunto, amizades já existentes foram aprofundadas e muitas novas nasceram. Quem teve a oportunidade de acolher em casa um jovem convidado de Portugal sabe o que torna estes encontros tão especiais: pessoas abertas, curiosas e calorosas, que amam a música e que, tal como os nossos filhos, mergulham naturalmente em culturas diferentes. E, quase sem darmos por isso, nasce algo que hoje é mais importante do que nunca – uma verdadeira compreensão internacional.
Unser Dank gilt außerdem der Deutschen Chorjugend für die Grundfinanzierung des Austauschs, der Klippel-Stiftung, allen Spenderinnen und Spendern anlässlich der beiden Konzerte sowie den zahlreichen Helferinnen und Helfern im Hintergrund. Ohne sie wäre eine solche Begegnung nicht möglich.

Ein perfekter Start
Am Donnerstag landete CIUL pünktlich bei bestem Sommerwetter am Flughafen BER in Berlin. Wer sich noch an den sturmbedingt verspäteten Rückflug der Chormonie aus Lissabon im Februar erinnert, wusste diesen gelungenen Auftakt besonders zu schätzen. Dank der Flexibilität unseres Lieblingsbusunternehmens Kreisel ging es sogar etwas früher als geplant nach Dresden. Die gewonnene Zeit nutzte der Chor für eine erste Probe im Aulaanbau und stimmte sich musikalisch auf die kommenden Tage ein.
Am späten Nachmittag folgte dann einer der schönsten Momente jedes Austauschs: die „Familienzusammenführung“. Die Dresdner Gastfamilien begrüßten „ihre“ Portugiesinnen und Portugiesen herzlich und nahmen sie mit nach Hause. In den nächsten Tagen wurde gemeinsam gekocht, gespielt, gelacht, Dresden erkundet oder gar der Palais-Sommer auf dem Neumarkt besucht. Und ganz nebenbei bewiesen alle, wie gut Verständigung auf Englisch – und oft auch ganz ohne viele Worte – funktionieren kann.
Musik zum Schuljahresabschluss
Für die Deutschen stand am Freitag zunächst der letzte Schultag auf dem Programm. Bei der Großen Feierstunde begeisterte CIUL die gesamte Aula. Mit beeindruckender Stimmkraft, mitreißender Choreografie und spürbarer Freude sorgte der Chor für einen unvergesslichen Rahmen der Feier.
Der Geschäftsführende Vorstand des Omse e. V., Andreas Warschau, sowie die scheidende Schulleiterin Dr. Susanne Kleber begrüßten die Gäste herzlich. Beide würdigten die langjährige Chorarbeit an der Laborschule und betonten, wie wertvoll solche internationalen Begegnungen für junge Menschen sind.
Ein besonderer Höhepunkt war die Ehrung von Hans Hoch. Erica Mandillo, Leiterin von CIUL, überreichte ihm die Ehrenmedaille der Universität Lissabon – eine Auszeichnung für sein Engagement und die außergewöhnliche musikalische Partnerschaft beider Chöre.
Am Nachmittag wurde gemeinsam geprobt, neue Stücke entstanden und bekannte Werke weiter verfeinert. CIUL machte auch noch die Innenstadt unsicher und verschaffte sich einen Eindruck von Dresden. Der Abend gehörte wieder ganz den Gastfamilien.
Musik in einem besonderen Klangraum
Der Sonnabend begann mit intensiver Chorarbeit. Neue Stücke wurden zusammengesetzt, an Übergängen gefeilt und gemeinsame Choreografien eingeübt. Nach einer wohlverdienten Pizza ging es mit der Straßenbahn zur Annenkirche.
Die Annenkirche Dresden verbindet Geschichte, Architektur und Musik auf besondere Weise. Als Bau aus dem Umfeld von George Bähr, dem Erbauer der Frauenkirche, bietet sie bis heute einen außergewöhnlichen Klangraum, dessen warme und zugleich klare Akustik Chormusik besonders eindrucksvoll zur Geltung bringt.
Genau dort entfalteten beide Chöre im 1. Konzert dieser Begegnung ihre Musik in voller Schönheit. Die gemeinsamen Werke füllten den Kirchenraum mit einer Klangfülle, die Publikum und Sänger gleichermaßen berührte.
Nicht unerwähnt bleiben sollte der Chor der Stufe I. Die Freude und Leidenschaft der Jüngeren am Singen sorgte gleich zu Beginn des Konzertes für eine besondere Fröhlichkeit.
Anschließend verteilten sich alle wieder auf die Gastfamilien. Manche trafen sich noch in Restaurants, andere an der Elbe, im Park oder an der Imbissbude – überall wurde gelacht, erzählt und gemeinsam genossen.
Um começo perfeito
Na quinta-feira, o CIUL aterrizou pontualmente no aeroporto BER, em Berlim, sob um magnífico sol de verão. Quem ainda se lembrava do voo de regresso da Chormonie de Lisboa, em fevereiro, atrasado devido à tempestade, soube apreciar particularmente este início perfeito. Graças à flexibilidade da nossa empresa de autocarros favorita, Kreisel, chegamos a Dresden até um pouco mais cedo do que o previsto. O tempo ganho foi aproveitado pelo coro para o primeiro ensaio na extensão da sala de atos da escola, preparando-se musicalmente para os dias que se seguiriam.
No final da tarde aconteceu então um dos momentos mais bonitos de qualquer intercâmbio: a “reunião das famílias”. As famílias de acolhimento de Dresden receberam calorosamente as suas convidadas e convidados portugueses e levaram-nos para casa. Nos dias seguintes, cozinharam juntos, brincaram, riram, conheceram Dresden ou até visitaram o Palais Sommer, na Neumarkt. E, quase sem dar por isso, todos demonstraram como a comunicação em inglês – e muitas vezes até sem muitas palavras – pode funcionar maravilhosamente.
Música para encerrar o ano letivo
Na sexta-feira, os alemães tinham inicialmente no programa o último dia de aulas. Na grande cerimónia de encerramento, o CIUL encantou toda a sala de atos. Com uma impressionante força vocal, uma coreografia contagiante e uma alegria visível, o coro proporcionou um enquadramento inesquecível para a celebração.
Andreas Warschau, membro da direção executiva da Omse e. V., e a diretora cessante da escola, Dra. Susanne Kleber, deram as boas-vindas aos convidados. Ambos reconheceram o longo trabalho coral desenvolvido na Laborschule e salientaram o enorme valor destes encontros internacionais para os jovens.
Um momento particularmente especial foi a homenagem a Hans Hoch. Erica Mandillo, diretora do CIUL, entregou-lhe a Medalha de Honra da Universidade de Lisboa – uma distinção pelo seu empenho e pela extraordinária parceria musical entre os dois coros.
À tarde, os dois coros voltaram a ensaiar juntos, surgiram novas peças e foram aperfeiçoadas obras já conhecidas. O CIUL aproveitou ainda para explorar o centro de Dresden e conhecer um pouco melhor a cidade. A noite voltou a pertencer inteiramente às famílias de acolhimento.
Música num espaço acústico muito especial
O sábado começou com um intenso trabalho coral. Foram montadas novas peças, aperfeiçoadas as transições e ensaiadas coreografias conjuntas. Depois de uma merecida pizza, seguimos de elétrico até à Annenkirche.
A Annenkirche de Dresden reúne história, arquitetura e música de uma forma muito especial. Construída no contexto da obra de George Bähr, o arquiteto da Frauenkirche, oferece ainda hoje um espaço acústico extraordinário, cuja sonoridade simultaneamente calorosa e clara valoriza particularmente a música coral.
Foi precisamente ali que os dois coros apresentaram, no primeiro concerto deste encontro, toda a beleza da sua música. As obras interpretadas em conjunto encheram a igreja de uma riqueza sonora que tocou profundamente tanto o público como os cantores.
Não podemos deixar de mencionar o coro do nível I. A alegria e a paixão dos mais jovens pelo canto trouxeram, logo no início do concerto, uma dose especial de leveza e felicidade.
Depois, todos regressaram às famílias de acolhimento. Alguns encontraram-se ainda em restaurantes, outros junto ao Elba, num parque ou numa banca de comida – por toda a parte se riu, conversou e desfrutou da companhia uns dos outros.
Meißen – Geschichte, Kultur und Musik
Für viele wurde der Sonntag zum absoluten Höhepunkt des Austauschs. Gemeinsam fuhr die gesamte Gruppe mit der S-Bahn nach Meißen – der Wiege Sachsens.
Meißen steht wie kaum eine andere Stadt für die Geschichte Sachsens. Hier entstanden die erste europäische Porzellanmanufaktur, die Albrechtsburg als erstes Schloss Deutschlands und mit dem Dom eines der bedeutendsten Bauwerke der Region. Zugleich war Meißen jahrhundertelang Zentrum des sächsischen Herrscherhauses und Ausgangspunkt der Landesgeschichte.
In drei alters- und sprachgerechten Stadtführungen erkundeten die Jugendlichen die historischen Gassen, erfuhren Spannendes über das Mittelalter, die Erfindung des europäischen Porzellans und das ehemalige Königshaus Sachsens. Auf dem Burgberg trafen sich anschließend alle zum gemeinsamen Picknick.
Spontan entwickelte sich dort ein kleines Platzkonzert. Erst sang CIUL allein, wenig später beide Chöre gemeinsam – mit Blick auf den Meißner Dom und begleitet von zahlreichen überraschten Besucherinnen und Besuchern. Sogar ein Hut machte die Runde. Zum Abschluss durfte natürlich das längst versprochene Eis nicht fehlen.
Ein Konzert voller Gänsehautmomente
Am Nachmittag wurde das ehemalige Kloster St. Afra zum Mittelpunkt des Austauschs. Das 1205 gegründete Kloster beherbergt heute unter anderem das Landesgymnasium Sankt Afra sowie die Evangelische Akademie Sachsen – ein Ort, an dem Geschichte, Bildung und Kultur seit Jahrhunderten zusammenfinden.
Vor rund 250 Besucherinnen und Besuchern begann dort ein fast zweistündiges Konzert, das wohl niemand so schnell vergessen wird.
Besonders eindrucksvoll war das Werk „Ancient City“ von Paul Jarman. Das Stück erzählt von einer alten Stadt, deren Mauern die Erinnerungen vieler Generationen in sich tragen. Es beschreibt den Kreislauf von Aufbruch und Vergänglichkeit, von Hoffnung und Neubeginn und macht deutlich, dass Menschen kommen und gehen, Gemeinschaft und Erinnerung jedoch bleiben. Die Musik beginnt ruhig und fast geheimnisvoll, entwickelt sich zu großer klanglicher Kraft und endet in einer Atmosphäre voller Zuversicht. Gerade diese Verbindung aus eindrucksvollen Harmonien, bewegenden Texten und intensiver Choreografie ließ den Zuhörenden den Atem stocken.
Noch emotionaler wurde es bei „Tuuti, tuuti tummaistani“. Das traditionelle finnische Wiegenlied erzählt von einer Mutter, die ihr verstorbenes Kind liebevoll in den Schlaf singt und ihm eine friedliche Reise wünscht. Während der Aufführung standen alle Sängerinnen und Sänger jeweils einem Zuhörenden gegenüber, man fasste sich an beiden Händen und sah sich in die Augen. Alle sangen gleichzeitig für jemanden und gleichzeitig für die Gemeinschaft.
Um dieses Lied aufzuführen, braucht es Mut, Vertrauen und Geborgenheit. Genau diese Atmosphäre entstand an diesem Nachmittag. Ein besonderer Dank gilt CIUL, die dieses außergewöhnliche Werk im vergangenen Jahr nach Dresden brachten, und der Chormonie, die den Mut gefunden hat, sich dieser emotionalen Herausforderung zu stellen. Selten wurde Musik so unmittelbar spürbar.
Ganz am anderen Ende der Gefühlsskala stand „Sililiza“ von Jim Papoulis. Afrikanische, lateinamerikanische und amerikanische Rhythmen verschmolzen zu einem wahren Fest der Lebensfreude. Begleitet von der Djembe, mit viel Bewegung und sichtbarer Begeisterung verwandelten beide Chöre das Kirchenschiff in eine einzige große Feier. Die Botschaft des Stückes – „Hört zu, seid stark!“ – war nicht nur hörbar, sondern auch sichtbar: zwei Chöre, die längst zu einer musikalischen Gemeinschaft geworden sind.
Meissen – história, cultura e música
Para muitos, o domingo tornou-se o ponto alto absoluto do intercâmbio. Todo o grupo viajou de comboio suburbano até Meissen – o berço da Saxónia.
Meissen representa como poucas outras cidades a história da Saxónia. Foi aqui que surgiram a primeira manufatura europeia de porcelana, o Albrechtsburg, considerado o primeiro castelo da Alemanha, e, com a catedral, um dos edifícios mais importantes da região. Durante séculos, Meissen foi também o centro da casa governante saxónica e um ponto de partida fundamental da história do território.
Em três visitas guiadas, adaptadas às diferentes idades e níveis linguísticos, os jovens exploraram as ruas históricas, descobriram histórias fascinantes sobre a Idade Média, a invenção da porcelana europeia e a antiga casa real da Saxónia. Depois, todos se encontraram no monte do castelo para um piquenique conjunto.
Foi aí que, espontaneamente, nasceu um pequeno concerto ao ar livre. Primeiro, o CIUL cantou sozinho; pouco depois, os dois coros juntaram-se – tendo como cenário a Catedral de Meissen e perante numerosos visitantes surpreendidos. Até um chapéu circulou entre o público. E, naturalmente, no final não podia faltar o gelado que há muito tinha sido prometido.
Um concerto cheio de momentos arrepiantes
À tarde, o antigo mosteiro de St. Afra tornou-se o centro do encontro. Fundado em 1205, o mosteiro alberga hoje, entre outras instituições, o Landesgymnasium Sankt Afra e a Academia Evangélica da Saxónia – um lugar onde história, educação e cultura se encontram há séculos.
Perante cerca de 250 espectadores, começou ali um concerto de quase duas horas que provavelmente ninguém esquecerá tão cedo.
Particularmente impressionante foi a obra “Ancient City”, de Paul Jarman. A peça conta a história de uma cidade antiga, cujas muralhas guardam as memórias de muitas gerações. Fala do ciclo entre partida e transitoriedade, esperança e recomeço, e mostra que as pessoas vêm e vão, mas a comunidade e a memória permanecem. A música começa de forma tranquila e quase misteriosa, desenvolve-se numa enorme força sonora e termina numa atmosfera cheia de confiança e esperança. Foi precisamente esta combinação de harmonias impressionantes, textos comoventes e uma coreografia intensa que deixou o público sem fôlego.
Ainda mais emocional foi “Tuuti, tuuti tummaistani”. Esta tradicional canção de embalar finlandesa conta a história de uma mãe que canta ternamente para o seu filho falecido, embalando-o e desejando-lhe uma viagem tranquila. Durante a apresentação, cada cantora e cada cantor ficou frente a frente com uma pessoa do público; seguraram-se ambas as mãos e olharam-se nos olhos. Todos cantavam simultaneamente para alguém e, ao mesmo tempo, para toda a comunidade.
Para interpretar uma canção assim são necessárias coragem, confiança e segurança emocional. Foi precisamente essa atmosfera que surgiu naquela tarde. Um agradecimento especial ao CIUL, que trouxe esta extraordinária obra para Dresden no ano passado, e à Chormonie, que encontrou a coragem para enfrentar este desafio emocional. Raramente a música foi tão diretamente sentida.
No extremo oposto da escala emocional estava “Sililiza”, de Jim Papoulis. Ritmos africanos, latino-americanos e americanos fundiram-se numa verdadeira celebração da alegria de viver. Acompanhados pela djembe, com muito movimento e entusiasmo visível, os dois coros transformaram a nave da igreja numa enorme festa. A mensagem da peça – “Escutem, sejam fortes!” – não era apenas audível, mas também visível: dois coros que há muito se tinham tornado uma única comunidade musical.
Ein würdiger Abschluss
Nach dem Konzert wurde im historischen Ambiente des Klosters gemeinsam gefeiert. Bei Kartoffelsalat, Würstchen und weiteren Köstlichkeiten kamen Chormitglieder, Betreuende und Gastfamilien zusammen, ließen die vergangenen Tage Revue passieren und genossen den gemeinsamen Abend.
Es war der richtige Ort, um Danke zu sagen.
Danke an Erica Mandillo, die der Chormonie mit ihrer Herzlichkeit, ihren ermutigenden Worten und ihrer Anerkennung immer wieder zeigt, wie sehr sich die jungen Sängerinnen und Sänger entwickeln. Danke an Hans Hoch, dessen Leidenschaft und Ausdauer diese Partnerschaft überhaupt erst möglich machen. Danke an die beiden so besonderen Stützen am Klavier: João Lucena e Vale sowie Martin Hilbeck. Danke an CIUL für fünf wunderbare Tage voller Musik und Freundschaft.
Unser Dank gilt außerdem der Deutschen Chorjugend für die Grundfinanzierung des Austauschs, der Klippel-Stiftung, allen Spenderinnen und Spendern anlässlich der beiden Konzerte sowie den zahlreichen Helferinnen und Helfern im Hintergrund. Ohne sie wäre eine solche Begegnung nicht möglich.
Am Montag hieß es schließlich Abschied nehmen. „Unser Busfahrer“ Nico brachte unsere portugiesischen Freundinnen und Freunde sicher zurück zum BER. Zurück blieben viele Umarmungen, manche Träne – und vor allem die Hoffnung auf ein nächstes Wiedersehen!
Denn eines ist nach diesen fünf Tagen sicher: Musik verbindet nicht nur Stimmen. Sie verbindet Menschen, Kulturen und Herzen.
Text: Clemens Kahrs
Übersetzung: João Pedro Schnaider Dametto
Um final à altura
Depois do concerto, todos celebraram juntos no ambiente histórico do mosteiro. Entre salada de batata, salsichas e outras iguarias, membros dos coros, responsáveis e famílias de acolhimento reuniram-se, recordaram os dias que tinham passado juntos e desfrutaram da noite.
Era o lugar certo para dizer obrigado.
Obrigado a Erica Mandillo, que, com a sua cordialidade, as suas palavras de incentivo e o seu reconhecimento, mostra repetidamente à Chormonie o quanto as jovens cantoras e os jovens cantores estão a evoluir. Obrigado a Hans Hoch, cuja paixão e perseverança tornaram esta parceria possível. Obrigado aos dois pilares tão especiais ao piano: João Lucena e Vale e Martin Hilbeck. Obrigado ao CIUL por cinco dias maravilhosos de música e amizade.
O nosso agradecimento vai também para a Deutsche Chorjugend, pelo financiamento de base deste intercâmbio, para a Klippel-Stiftung, para todas as pessoas que fizeram donativos por ocasião dos dois concertos e para os numerosos ajudantes que trabalharam nos bastidores. Sem eles, um encontro como este não seria possível.
Na segunda-feira chegou finalmente o momento da despedida. “O nosso motorista” Nico levou os nossos amigos e amigas portugueses em segurança de volta ao aeroporto BER. Ficaram muitos abraços, algumas lágrimas – e, sobretudo, a esperança de um próximo reencontro!
Porque, depois destes cinco dias, uma coisa é certa: a música não une apenas vozes. Une pessoas, culturas e corações.
Texto: Clemens Kahrs
Tradução: João Pedro Schnaider Dametto


























